TORNA-TE QUEM TU ÉS!

Para o pugilista a razão de sua existência é lutar, tanto quanto para a bailarina é dançar.
Essas “razões de existência“ são particulares, cada um tem a sua o que as torna muito peculiares a cada ser. São fantasias criadas para dar algum sentido a vida, para abrandar as agruras diárias e as incertezas filosóficas de como seria o porvir.
É uma auto-hipnose com o propósito de nos dar forças para sair da cama e combater o tédio perpétuo da falta de respostas. E é justamente pela falta dessas respostas, que criamos então as nossas.
Como a mitologia greco-romana, que nada mais era que uma tentativa de interpretar a vida embasada em arte, não em racionalidade. Era só o que eles tinham, sua imaginação. Então, por não conseguirem explicar tudo o que se passava ao seu redor,(de onde vinha a chuva, qual a origem do universo, dos relâmpagos, etc,) criaram suas próprias histórias.
Podemos então concluir que não existe motivo para existir, a não ser o que cada um criou pra si mesmo. Porém no sentido real isso não poderia se chamar de razão ou motivo, mas sim de motivação. Motivações tão fortes que tornam-se razões de vida.

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